Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

 

Era uma vez um velho que era pescador, só que se encontrava numa época de poucos peixes e os que havia eram muito grandes.

Um dia, ele decidiu ir sozinho à procura de peixes. Foi para o mar aberto, para ter mais hipóteses de apanhar algum peixe. Na tarde desse dia um grande peixe mordeu o isco, mas arrastou-o cada vez mais para noroeste. O peixe não se deixava apanhar, por isso o velho passou a noite toda atrás dele e no dia seguinte foi o mesmo, mas o velho não o deixou fugir.

No terceiro dia, de manhã, o peixe começou a andar às voltas e a dar puxões, e conseguiu fazer um corte numa mão do velho.

O velho estava exausto e, numa das voltas que o peixe deu, o velho pegou no arpão e matou-o. Feliz por ter conseguido matá-lo, voltou à sua terra, mas demorou a noite inteira e o cheiro do sangue atraiu tubarões que durante a noite foram devorando algumas partes do peixe, mesmo que o velho matasse muitos deles. 

Quando, finalmente, chegou ao porto da sua terra, foi para casa descansar depois da grande jornada e, de manhã, muitos o elogiaram pela captura do grande peixe que tinha seis metros.

Gostei muito deste pequeno livro sobre a coragem e a persistência de um homem contra a natureza... e por isso aconselho a sua leitura! Aconselho também a que, durante a sua leitura, não haja distracções  para se perceber bem a história!

 

Alexandra Alhais, 8ºA

 



publicado por Bibliotecas de Penedono às 12:00
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