Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

 

Em mais uma edição da Hora do Conto foi apresentado o livro Incêndio no Paraíso.

A foto da actividade está à esquerda, o livro pode ser lido aqui... esperamo-vos na próxima quinta!

Até lá!



publicado por Bibliotecas de Penedono às 14:03
Domingo, 24 de Janeiro de 2010

 

 

Na última edição da Hora do Conto, foi apresentado O rato do campo e o rato da cidade – na versão da escritora Alice Vieira.

Quem perdeu a história pode lê-la aqui!

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 22:40
Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Por ocasião da comemoração do Dia Mundial da Poesia 2010 (dia 21 de Março), o Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural de Belém , numa iniciativa conjunta, lançam um desafio às escolas, convidando-as a participarem num Concurso de Poesia.

O Concurso Faça Lá um Poema procura incentivar o gosto pela leitura e escrita de poesia e destina-se a quatro níveis de ensino, desde o 1º Ciclo ao Ensino Secundário.
As escolas que desejarem participar devem seleccionar e apresentar a concurso um máximo de três poemas por cada nível de ensino (selecção  ao critério de cada escola).
A participação no concurso implica a inscrição em formulário próprio (enviado às escolas) que deverá ser enviado até dia 1 de Fevereiro de 2010.
 A entrega de prémios terá lugar no CCB, em Lisboa, a 21 de Março de 2010 e será integrada no programa do Dia Mundial da Poesia.


Para mais informações, consultar o regulamento do concurso aqui.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 14:38
Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

O departamento de Línguas organizou um concurso de textos de Natal. O texto vencedor do 9º ano é o que a seguir se apresenta. Leiam... apreciem... reflictam... vale muito a pena!

 

Edward Munch, O Grito (1893).

 

 

1 de Dezembro de 2009

Poderia ser um dia em grande - feriado, sem aulas, sozinho em casa, sem nada para fazer, à espera que o espírito natalício entrasse na minha alma, nos meus sonhos, no espírito da casa e da família. Naquele dia tudo começou normalmente: os meus pais e irmãos foram para fora fazer uma visita e eu fiquei na cama, encostado à almofada... mas por muito pouco... O telemóvel tocou debaixo da almofada, atendi e era um convite para irmos dar uma volta num carro sem matrícula. Clevelland era assim.

10h da manhã entrámos num café e muitas coisas se passaram até me chamarem “cobarde”. Ninguém me chamava cobarde, portanto aceitei a proposta: 50 euros eram a nota para matar o velhote que todos os dias se sentava no banco da rotunda, rodeada de polícias a fazer os seus turnos ao banco ao lado, recém-assaltado, era o meu objectivo. Uma arma em que eu tocava com o dedo no gatilho e pouco depois eu teria na mão...

 
20 de Dezembro, a caminho da prisão de Clevelland

Por ser a mais conhecida, pensei que seria a mais moderna, mas enganei-me. Apercebi-me de que a minha vida seria um pesadelo. Ainda dizia o juiz que sete anos era uma pena leve...!

 
22 de Dezembro, na prisão de Clevelland

Sei que faltavam três dias para o Natal e eu tinha conhecido só os estabelecimentos daquela que seria a minha vida. Entrei para um grupo lá da prisão. Tinha que conhecer alguém que me protegesse porque, se não, ia ter uma pena de morte comunicada pelo “Xeque Mate”, que era aquele a quem chamavam o rei dos reis.

 

Na noite de 24 para 25 de Dezembro tive um sonho, todos os meus Natais desde a minha infância, todas as publicidades, caridades, alegrias, chocolates, o peru assado, e agora... um natal preto onde o Pai Natal se mascara de “Xeque Mate” e, em vez de dar presentes, abusa sexualmente dos meus companheiros de cela, aqueles de que ele não gosta, e ninguém quer saber, porque, afinal de contas, todos nós já matámos alguém e esse alguém que eu matei não foi só o inocente do velhote da rotunda, matei a minha alegria, o meu aniversário e o Natal que chegou em poucas horas.

Como será que um preso, que, por ter uns pais que nunca lhe deram atenção nem a devida educação, matou um inocente e está 14 anos numa prisão onde as condições abaixo de cão também matam, passa o Natal? Um pobre, na rua, sem abrigo, que dorme numa cama feita com cartões e cobertores, uma pessoa que nunca viu um presépio, uma luz num pinheiro, como será o Natal dele? Será que sofre? Será que não liga ao Natal?

 

Eu agora tenho 22 anos e saí da prisão há um ano. Foi preciso ser preso para perceber duas coisas na vida: que “cobarde” é apenas uma palavra e que o Natal é o momento mais feliz que qualquer ano pode ter.

 

Diogo Ramos, 9ºA

 

 

 

 

 



publicado por Bibliotecas de Penedono às 14:17
Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Na última edição da Hora do conto, foi apresentado o livro Amigos Estrangeiros (superv. de Carlos Correia), que pode ser lido, por quem teve a infelicidade de perder esta animada sessão, aqui!

 

 

 

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 15:08
Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

 

Já foram apurados os vencedores da fase de escola do Concurso Nacional de Leitura:

 

Filipa Alexandra Ferreira Ribeiro (8ºB);

Júlio José Martins Coutinho Cabral e Lopes (9ºA);

Carlos Miguel Vila Osório Carvalho (8ºA).

 

Brevemente serão divulgados quais os livros a ler para a fase distrital e a data e o local em que esta fase vai decorrer.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 12:22
Quarta-feira, 06 de Janeiro de 2010



publicado por Bibliotecas de Penedono às 20:47
Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010


publicado por Bibliotecas de Penedono às 22:40
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