Sábado, 30 de Maio de 2009

 

Hélder Cardoso 9ºA

*Alunos vencedores do concurso dinamizado pelas disciplinas de Educação Visual, TIC e pela área curricular de Área de Projecto.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 08:45
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

 

Maria Seixas 9ºA

*Alunos vencedores do concurso dinamizado pelas disciplinas de Educação Visual, TIC e pela área curricular de Área de Projecto.

BE

 



publicado por Bibliotecas de Penedono às 08:45
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

 

José Miguel 9ºA

*Alunos vencedores do concurso dinamizado pelas disciplinas de Educação Visual, TIC e pela área curricular de Área de Projecto.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 08:45
Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

 

Tiago Fonseca, 9ºA.

*Alunos vencedores do concurso dinamizado pelas disciplinas de Educação Visual, TIC e pela área curricular de Área de Projecto.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 13:16
Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

 

Eu, Safiya foi um dos melhores livros que já li e que me cativou do início ao fim. Por ser uma história real e dramática que moveu e comoveu o mundo todo, teve para mim um especial interesse.

A história deste livro é contada pela própria Safyia e relatada pelo jornalista italiano, Raffaele Masto.

Safya vive numa aldeia da Nigéria onde o Islão aplica a sua lei do modo mais cruel e arcaico. Na lei islâmica, as mulheres que têm filhos fora do casamento são condenadas à lapidação: são enterradas até ao pescoço e apedrejadas até à morte. Safya é uma delas. A sua história rapidamente se espalhou pela imprensa mundial, levando governos e organizações a pressionar a Nigéria para salvar a sua vida, mesmo no último instante.

A história de Safya é um exemplo porque é igual à de tantas mulheres africanas. Mulheres que vivem num continente cheio de contradições e onde a vida humana pode valer pouco mais que nada.

 

Dália Oliveira

(professora de Matemática / equipa pedagógica da BE/CRE da E.B. 2,3 de Penedono)

 



publicado por Bibliotecas de Penedono às 15:18
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Entre muitos.

 

N.B. Desde 1982 que se comemora, no dia 22 de Maio, o Dia do Autor Português. «Por iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa, membro da direcção, a SPA [Sociedade Portuguesa de Autores] decide consagrar anualmente o dia 22 de Maio como “Dia do Autor Português”, celebrando a data com a leitura e divulgação da “Mensagem do Dia do Autor”, subscrita por personalidades destacadas da cultura portuguesa, com manifestações culturais de autores de todas as áreas da criação e com a com a atribuição de prémios a autores sócios da cooperativa.»
In: Sociedade Protectora de Autores, O Direito de Autor: Uma História Portuguesa e Universal [uma cronologia]. (citação colhida aqui).

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 00:09
Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

 

Num tempo em que a maior crise será, porventura, a crise de valores, Sepúlveda presenteia-nos com uma fábula que, curiosamente, exalta os mais elevados valores humanos como a amizade, a lealdade, o cumprimento da palavra dada, a tolerância, a aceitação das diferenças, a nobreza de carácter… tendo como protagonista um gato.

Uma história deliciosamente terna que celebra tudo o que vai, perigosamente, rareando na humanidade - a partilha, a união, a solidariedade, o companheirismo - e que encontramos no nobre Zorbas – o gato grande, preto e gordo que tem por missão de promessa e honra cuidar de um ovo de gaivota e, uma vez nascida, ensiná-la a voar.

Será possível?

Tudo é possível se acreditarmos, se não desistirmos, em tempo algum, dos nossos intuitos e se pudermos contar, em todos os momentos da nossa vida, com a ajuda dos nossos amigos.

Uma história que nos faz repensar as prioridades da nossa vida e a nossa conduta.

 

Margarida Camarinha

(professora de Inglês / equipa pedagógica da BE/CRE da E.B. 2,3 de Penedono)

 



publicado por Bibliotecas de Penedono às 17:23
Terça-feira, 19 de Maio de 2009

QUASE

Um pouco mais de sol — eu era brasa.
Um pouco mais de azul — eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador d'espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho — ó dor! — quase vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim — quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo... e tudo errou...
— Ai a dor de ser-quase, dor sem fim... —
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos de alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

...........................................
...........................................

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Porto, 13 de Maio de 1913

 

Mário de Sá-Carneiro nasceu em Lisboa, a 19 de maio de 1890, e faleceu em Paris, a 26 de Abril de 1916; foi poeta e ficcionista, um dos expoentes máximos do Modernismo em Portugal e da Geração d’Orpheu.

Sobre ele, escreveu Fernando Pessoa: «Sá-Carneiro não teve biografia: só teve génio.»

 

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 10:00
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

As lições

 

Ensinaram-me a falar

aprendi a escrever.

 

Ensinaram-me a escrever

aprendi a falar.

 

Ensinaram-me a ler

aprendi a ver.

 

Ensinaram-me a ouvir

aprendi a calar.

 

Ensinaram-me a pedir

aprendi a dar.

 

Ensinaram-me a comprar

aprendi a ter.

 

Ensinaram-me a beber

aprendi a rir.

 

Ensinaram-me a fugir

aprendi a ficar.

 

Ensinaram-me a aprender

aprendi a ignorar.

 

Ensinaram-me a amar

aprendi a criar.

 

Ensinaram-me a viver

aprendi a morrer.

 

Ensinaram-me a estar só

aprendi a estar.

 

Ensinaram-me a ser livre

aprendi a ser.

 

Ana Hatherly (in Antologia da poesia portuguesa, org. M. Alberta Menéres, E. M. de Melo
e Castro. Vol. 2: 1940-1977, Lisboa, Moraes Editores, 1979, p.76-77), via blogue da Maria José Vitorino

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 00:16
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Este foi o sexto vídeo que esteve em destaque ali na barra lateral...

 

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 00:04
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

De acordo com a página de hoje do jornal Sol (online), quem entrar, a partir do próximo semestre, num curso de jornalismo da Faculdade de Jornalismo da Universidade do Missouri deverá ter um iPhone ou um iPod touch:

«O objectivo (...) é facilitar o acesso a informação recente e a conteúdos curriculares a partir do site iTunes University, uma versão da loja virtual da Apple com recursos universitários gratuitos.

Ter um destes dispositivos é para a instituição um "requisito mínimo" para entrar no curso, sendo que quem não tiver qualquer um dos gadgets1 é convidado a compra um na loja da universidade.
De acordo com o portal eWeek, a Universidade do Missouri pretende ajudar os estudantes bolseiros com dificuldades financeiras a comprar um dispositivo.»
 
O iPhone é um telemóvel que alia às tradicionais funções do telemóvel, as funções de um iPod (leitor de música e de vídeos) e o acesso ao correio elecrónico, ao GPS, etc. 
O iPod touch é um dispositivo elecrónico que permite a ligação à Internet onde quer que haja uma rede sem fios, logo possibilita a navegação na Web e o envio de mensagens de e-mail a partir de qualquer hotspot Wi-Fi, bem como ouvir música, obter indicações, consultar informações meteorológicas, acompanhar as notícias, ver vídeos no YouTube, etc.
 
(1) "gadget" é um termo da gíria tecnológica recente que refere, de forma genérica, um  equipamento tecnológico com uma função específica, prática e útil no dia-a-dia (por exemplo os telemóveis, os leitores de mp3, os PDA, etc).
BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 22:47
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Como acontece no início de todos os meses, já saiu o Bibliotim de Maio! Pode ser encontrado na BE ou descarregado a partir da página do Agrupamento (acedendo, na barra lateral esquerda, à Biblioteca Escolar).

 

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 00:02
Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Fonte da imagem: http://paulaalex.files.wordpress.com/2007/04/falar_verdade_a_mentir.jpg

 

 

A obra Falar Verdade a Mentir,  estudada pelos alunos do 8º ano, em leitura orientada, nas aulas de Língua Portuguesa, pode ser lida, na íntegra, aqui.

 

Neste sítio, encontram os nossos leitores alguns aspectos biobibliográficos sobre Almeida Garrett, neste, várias actividades interactivas para ampliar e testar conhecimentos sobre o autor e sobre a obra, e na BE encontram vários exemplares deste título!

 BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 13:42
Sexta-feira, 08 de Maio de 2009

clique aqui

Fonte da imagem: http://lajeosa.wordpress.com/

 

clique aqui para aceder ao jogo do Dia da Europa (moodle da Escola)

Não fique fora deste círculo!

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 08:45
Domingo, 03 de Maio de 2009

Fonte da imagem: filipspagnoli.wordpress.com

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa constitui uma óptima ocasião para relembrar a importância de se proteger o direito fundamental da liberdade de expressão (consagrado pelo artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos).

De acordo com o relatório anual da Freedom House, recentemente divulgado, a liberdade de imprensa no mundo diminuiu pelo sétimo ano consecutivo e é ameaçada pela crise económica global. Pela edição de hoje do Público online, ficamos ainda a saber que o «relatório nota que a Itália e Israel desceram da categoria de "países livres" para a de "países parcialmente livres", no que é entendido pelos autores do documento como um exemplo do declínio da liberdade de imprensa em regimes democráticos» e acrescenta «apenas 17 por cento dos habitantes do mundo beneficiam de uma imprensa livre».

Aqui, pode ser lida toda a notícia do jornal Público.

BE



publicado por Bibliotecas de Penedono às 18:52
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