... Caso tenhas falhado algum, podes encontrá-lo neste "cantinho"! Ou, em formato digital, aqui no blogue, é claro! ;)
A não perder: um conjunto de trabalhos feitos pelos alunos da turma 6.ºC, que ilustraram, nas aulas de Educação Visual e Tecnológica, poemas trabalhados nas aulas de Língua Portuguesa. ![]()
A sessão de leitura de hoje contou com a professora Mónica Tulha (de Educação Física), que nos trouxe - lendo-a e projetando-a - a ternurenta história do O Sapo Apaixonado, de Max Velthuijs! ![]()
Assistimos hoje à segunda parte do "Conta-me uma história", iniciado na semana anterior. Na sessão de hoje, a professora Dalinda partilhou connosco as alegrias e as dificuldades da sua carreira profissional, levando a assistência a conhecer melhor a evolução do ensino desde 1975, ano em que começou a lecionar. Foi, mais uma vez, uma sessão muito enriquecedora e de que todos gostaram!
Já há vencedores, ou melhor, vencedoras!
Em primeiro lugar ficou o trabalho elaborado pela Bruna e pela Adriana do 6.º C.
Os nossos agradecimentos a todos os que participaram! ![]()
A hora do conto de ontem foi dinamizada pelo professor Vítor Espinhaço (de Ed. Física) que nos trouxe dois pequenos filmes, de atuações da Companhia teatral El Tricicle, de Barcelona, conhecida pelos seus espetáculos de teatro gestual e bem humorado. ![]()
O departamento de Línguas do agrupamento promove, anualmente, um concurso literário; este ano, embora de tema livre, os textos tinham de ser poéticos / líricos.
É com muito gosto que vamos publicar os vencedores de cada ano, começando pelos textos dos 7.º e 9.º ano! ;)
Vencedora do Concurso Literário / 7.º ano:
Maria Alhais (7.ºA)
Os sinos do céu
Toca o sino,
vão para a igreja.
Aparece o menino,
que Deus o proteja.
Seu cabelo de ouro,
todo sujo e despenteado.
Seus olhos da cor do mar.
tristes, com vontade de chorar.
A rua é sua casa,
onde só sobrevive da esmola.
Gostava de ter dinheiro para andar na escola.
Vagueia pelas ruas,
começa a tossir,
a espirrar e a gemer.
Depressa percebe
que vai morrer!
Pobre criança,
que já não mais aguenta
e não mais avança.
De repente ouve os sinos.
São os sinos do céu,
e como que enfeitiçado,
acorda num lugar onde é amado.
Não sente mais dor,
Esta no reino do senhor!
Vencedora do Concurso Literário / 9.º ano:
Ana Cachinho (9.ºA)
Sonho
Perdi-o.
O sonho fugiu.
Deixou-me para trás.
Transtornou-me.
Feriu-me.
Já não penso nele.
Já não sofro.
Deixei de desesperar.
O sangue continua a correr,
O coração a bater.
Tudo funciona.
Mas como me deixou,
Não avanço.
Apenas vivo,
Nada mais.
Não acolho sentimentos.
Até que aquele melancólico
E nostálgico sonho volte.
Espero por ele,
Na escuridão da noite.
Lembro-me dele,
À luz do dia.
Desejo que volte.
Preciso dele.
Decorreu hoje mais uma sessão da atividade "Conta-me uma história", entre as 13h00 e as 13h30, e foi com um profundo entusiasmo que a assistência acompanhou o percurso pessoal e estudantil da professora Dalinda Oliveira! O tempo passou a voar e como ainda ficaram muitas histórias por contar, pedimos-lhe que voltasse em breve para concluir o seu relato! ![]()
Numa altura em que a união da Europa e a sua unificação política e económica passam por algumas dificuldades, mais importante se torna a evocação e comemoração deste dia. Assim, a professora Sandra Almeida (de Geografia) propôs aos alunos das turmas do 7.º ano a elaboração de pequenos cartazes alusivos aos diversos países europeus, que, associados a outros materiais relativos ao tema (como as pequenas bandeiras da União Europeia que tomam a forma de alfinetes de peito), se encontram expostos na BE.
Não percas a exposição! ![]()
Mais informações sobre o Dia da Europa aqui.
Mais uma vez a hora do conto da BE da Escola Básica de Penedono pôde contar com a colaboração de uma encarregada de educação de um aluno desta escola, a D. Helena Mesquita, que veio ler A menina que tinha cem pés, de José Vaz, à turma B. ![]()
Na passada sexta-feira decorreu mais uma sessão de Formação TIC na BE da Escola Básica Álvaro Coutinho. Dando-se continuidade à sessão de 20 de abril, um grupo de alunos do 6.ºA veio aprofundar os seus conhecimentos sobre o Excel! ![]()
O Google assinala hoje (imagem acima) o dia em que o pintor americano Keith Haring faria 54 anos, caso não tivesse falecido prematuramente, com apenas 31 anos.
A imagem que se segue é uma foto da sua última obra pública, realizada em 1989, perto da igreja de Sant'Antonio Abate, em Pisa, Itália: o grande mural intitulado Tuttomondo, dedicado à paz universal:
Fonte da imagem: http://hyper-power.blogspot.pt/2012/01/k
No próximo dia 9 de maio, das 13h30 às 14h00, a BE, dando continuidade a esta atividade que é inteiramente preparada pelas assistentes operacionais da equipa, vai receber a professora (aposentada) Dalinda Oliveira, que vai partilhar connosco a sua história de vida, particularmente a sua experiência como professora e a sua passagem por este agrupamento.
Não percas!
Terminou agora mesmo a Hora do Conto de hoje, que trouxe até à BE o prof. Orlando Timóteo, de História, que nos leu excertos da obra (interessantíssima!) O 25 de Abril contado às crianças e aos outros, de José Jorge Letria (texto) e João Abel Manta (ilustrações)... porque nunca se fala o suficiente sobre o 25 de Abril, nunca se escreve o suficiente sobre o 25 de Abril e nunca se lê o suficiente sobre o 25 de Abril. ;)
A Hora do Conto de ontem foi animada pelo professor do agrupamento Rui Coelho (de Educação Física), que nos contou como, nos "seus tempos de marinheiro", o barco que construiu enfrentou tempestades tão violentas (num mar tão alteroso!) que se destruiu completamente e ao marinheiro apenas restou... uma camisola! História meio improvisada, meio interativa... que muito agradou e muito divertiu a assistência. ![]()
O dia Dia Mundial do Livro foi hoje comemorado pelas turmas do Pré-escolar na Biblioteca Municipal.
A atividade teve início com a leitura do belíssimo livro Ainda Nada?, de Christian Voltz (e atenção ao autor da tradução, que é Alexandre Honrado), que nos transporta, de uma forma delicada e mágica, até à espera do protagonista desta história, o senhor Luís, que cavou um buraco na terra, deixou lá cair uma semente e, depois, sob o olhar expectante de um pássaro, dia após dia, esperou ver crescer o resultado da sua sementeira... perguntando todas as manhãs Ainda nada?
Em seguida, os próprios alunos exeprimentaram o prazer de fazer uma sementeira, com a ajuda e a orientação da equipa de Parques e Jardins da Câmara e dos educadores das turmas:
A hora do conto de hoje foi diferente, pois a prof. Fátima Baldaia trouxe-nos uma narrativa fílmica: a adaptação do livro A maior flor do mundo, de José Saramago.
"A Maior Flor do Mundo é um texto de rara beleza, recheado de símbolos e de enigmas onde há mensagens, uma para as crianças (a descoberta, a valentia, o altruísmo) e outra para todos os homens e mulheres que se interrogam sobre o seu lugar no mundo.
O realizador Juan Pablo Etcheverry, após receber mais de 50 prémios em todo o mundo com a sua anterior curtametragem MINOTAUROMAQUIA, PABLO NO LABERINTO, pôs mãos à obra para dar vida a este mágico relato combinando a animação em plasticina tradicional 2D, para a qual adaptou também o guião.
A banda sonora é de Emilio Aragón, que na sua faceta de compositor é o responsável pela música que semeia de emoção esta obra tão especial."
http://amaiorflordomundo.wordpress.com/a
No dia 23 de abril, as turmas do Pré-escolar (a Turma 1 às 9h15m e a Turma 2 às 14h00) irão à Biblioteca Municipal desenvolver uma atividade comemorativa do Dia Mundial do Livro proposta pela BM: a atividade, que terá a duração de cerca de 1h30, será constituída pela leitura de um livro e pela jardinagem que irão desenvolver num espaço exterior da BM, com a orientação da equipa de Parques e Jardins da Câmara.
A Hora do Conto da Escola Básica de Penedono desenrola-se quase diariamente, de forma a que todas as turmas - do Pré-Escolar ao 1.º CEB - disponham, rotativamente, de uma ou duas sessões de Hora do Conto, na BE, por mês.
Com muita frequência são as mães / encarregadas de educação quem, felizmente, vem animar essas leituras.
Exemplo dessa prática foi a Hora do Conto de hoje, que contou com a participação da D. Tatyana Agabalayeva, que leu o conto "Os doze caçadores" (do livro Os melhores contos dos irmão Grimm) à turma C.
Os alunos não só estiveram muitíssimo atentos à leitura, como, no fim, colocaram-lhe variadíssimas questões sobre a história ouvida.
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Na sessão de ontem da Hora do Conto ouvimos a professora Cláudia Baptista ler o conto "Arcádia em transformações", escrito por António Lucas e ilustrado por Carlos Soares, e retirado do livro Histórias... com matemática II (org. Luís Menezes el al.; ed. ESEV/IPV) e com ela aprendemos que a matemática nos pode ajudar a "olhar as coisas com olhos de ver"... ![]()
O texto que a seguir se apresenta foi redigido pelo aluno José Paulo Direito Fonseca e relata a experiência assustadora por que passou no início deste ano letivo, quando foi picado por uma víbora.
Boas leituras e boas férias! ![]()
A picadela de víbora
No dia 5 de Outubro, eu, os meus amigos e o meu professor de História, Francisco Romão, fomos dar um passeio a um lugar chamado Santo Tirso, em Penela da Beira, no concelho de Penedono, como fazemos muitas vezes.
Por volta das 15h30 eu ia a subir uma rocha, quando senti uma pequena picada no dedo da minha mão direita. Instantaneamente levantei a mão e vi uma cobra agarrada ao dedo. A minha primeira reacção foi sacudi-la e foi quando ela se soltou do dedo que eu reparei que tinha a cabeça triangular.
No momento não liguei muito à picada, mas os meus amigos disseram ao professor, que ia um pouco mais atrás, que eu tinha sido mordido por uma cobra. Ele logo quis que regressássemos a casa, eu ainda disse que não era necessário voltar, mas o professor insistiu e, como o meu dedo e o meu braço começaram a inchar, o professor pediu um fio dos calções do meu amigo e colocou-mo a servir de garrote.
Fomos até ao carro, o professor deixou os meus amigos na aldeia e, sem perder tempo, seguiu imediatamente comigo para os Bombeiros, que começaram de imediato a tratar de mim, picaram-me no dedo indicador para ver se o sangue estava coagulado e seguiram comigo para o Hospital de Viseu; no caminho foram sempre muito atentos a mim e a cuidar de mim. Perto do hospital, vomitei duas vezes, mas não se sabia se era da viagem ou do veneno. Os Bombeiros foram muito rápidos, sei agora que puseram-me em Viseu em trinta e dois minutos!
No hospital de Viseu puseram gelo e lavaram-me a mão e o braço com um líquido avermelhado, aí tive muitas dores e o braço continuava a inchar. Seguidamente, colocaram-me numa cama e fizeram-me um exame cardíaco! Depois, houve um período em que entraram e saíram muitos médicos e enfermeiros, cada vez mais, até que, passado muito tempo, entrou um médico e ordenou que tratassem rapidamente da minha transferência para Coimbra, onde já devia estar, pois aí haveria médico para me fazer uns cortes profundos no braço e na mão para drenagem do veneno; como eu soube reconhecer o animal que me tinha mordido, através de fotos que me mostraram, também em Coimbra poderia ser-me administrado o antídoto.
A viagem para Coimbra custou muito, tive muitas dores! Quando, porém, lá cheguei, tinha uma equipa de médicos e enfermeiros à minha espera e começaram logo os tratamentos. Logo que chegou o helicóptero com o antídoto, que veio da Guarda, este foi-me introduzido no corpo, através de cateter que ia desde o meio do braço até ao coração. Nesses dois dias apenas fui alimentado a soro e estive sempre ligado a muitas máquinas e constantemente vigiado. Como o meu corpo aceitou bem o antídoto e a circulação do sangue no dedo mordido foi sempre normal, não foi preciso fazer os tais cortes. Até os médicos ficaram contentes. Foi também nessa altura que tive a certeza de que tinha sido mordido por uma víbora!
Como deixei de correr risco de vida, regressei ao Hospital de Viseu, onde tive diariamente visitas e conheci grandes amigos.
Resumidamente, foi isto que eu passei, mas não quero acabar sem fazer alguns agradecimentos que foram essenciais à minha recuperação:
Ao Professor Francisco Romão, que agiu rápida e eficazmente e sempre esteve comigo;
Aos Bombeiros de Penedono, que foram rápidos e competentes;
Ao enfermeiro que me acompanhou de Viseu para Coimbra;
A toda a equipa de enfermeiros e médicos do Hospital de Coimbra;
À minha mãe que esteve sempre comigo no hospital;
A toda a minha família, a todas as pessoas que me telefonavam e me foram visitar.
OBRIGADO A TODOS!
Quero ainda dizer que, apesar do que me aconteceu, já voltei a ir “às minhas descobertas”, porque aprendi que, mesmo sendo cuidadoso, as coisas podem acontecer e não podemos deixar de fazer o que gostamos! Acho, porém, que deveria haver mais esclarecimentos em relação às víboras que existem na nossa zona, pois a maioria das pessoas pensa que elas são inofensivas e devíamos estar preparados, uma vez que situações destas podem voltar a acontecer a qualquer pessoa, até a mim!
A partir do próximo ano lectivo, os alunos do 4.º ano vão passar a ter provas finais de ciclo que contarão para a nota, anunciou hoje o ministro da Educação e Ciência durante uma conferência de imprensa para apresentação da proposta definitiva de revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário.
Mais informações aqui.
Na hora do conto de hoje, que contou com uma vasta assistência, o Rui Silva, do 8.ºA, leu um texto bíblico, de São Lucas, intitulado "Os dois filhos" (texto esse que é bastante conhecido do público em geral com a denominação de "Parábola do Filho Pródigo"). No fim da sua leitura, exibiu uma animação da Disney alusiva ao mesmo tema. Para a preparação da sessão, contou com a ajuda do Padre Francisco Marques, professor de EMRC do agrupamento.
Realizou-se hoje, na sala 12 da Escola Básica Álvaro Coutinho, "O Magriço", uma sessão de divulgação / formação sobre o Acordo Ortográfico, sugerida / solicitada pela Associação de Pais, dinamizada pela Biblioteca Escolar e dirigida a pais e encarregados de educação do agrupamento.
A sessão, que contextualizou o aparecimento do acordo e abordou as principais alterações na grafia da língua portuguesa, teve início por voltas das 17h45, pela mão do diretor do agrupamento, o professor Paulo Teixeira, que abriu a sessão, e terminou perto das 19h00; ao trabalho seguiu-se um breve período em que os pais / encarregados de educação puderam conhecer e adquirir algumas publicações relacionadas com a língua portuguesa, em geral, ou com o acordo ortográfico, em particular, e um lanche-convívio na Biblioteca Escolar.
Os presentes manifestaram o seu agrado pela iniciativa e pela utilidade da sessão, e quer a direção do agrupamento, quer a Biblioteca Escolar, mostraram-se disponíveis para, futuramente, voltar a promover atividades da mesma natureza, sempre que solicitadas pelos pais / encarregados de educação.
Para comemorar o Dia Mundial da Poesia, as turmas da Escola Básica Álvaro Coutinho prepararam, nas aulas de Português, poemas que disseram, leram, dramatizaram e cantaram um pouco por toda a escola, desde a BE, à sala de alunos, da secretaria, à sala de professores, passando também pelo refeitório.
... e também à sala de professores o departamento de Línguas trouxe poesia! No "baú dos poetas" encontram-se centenas de recortes de poemas que se destinam a ser "remisturados" por quem quiser participar! ;)
Antecipando, por algumas horas, a comemoração do Dia Mundial da Poesia, decorreu hoje, ao final da tarde, mais um sarau de poesia na BE da Escola Básica Álvaro Coutinho, "O Magriço", dinamizado pelo departamento de Línguas. Professores e funcionários do agrupamento juntaram-se para partilhar poemas de António Gedeão, José Régio, Daniel Faria, Daniel Jonas, entre muitos outros autores, assim como poemas resultantes da iniciativa que está a decorrer na sala de professores... e também algumas delícias gastronómicas e "néctares dos deuses"... ;)
Se observares os vários exemplos de poemas visuais, podes constatar a sua grande diversidade. As palavras desenham imagens ou as imagens desenham palavras? As duas são possíveis e conciliáveis. A mensagem do poema é desvendada pela forma como os diversos elementos se agrupam e completam.
Inspira-te e entra na aventura de experimentares poesia visual.
Entrega o teu trabalho identificado, na biblioteca, até ao dia 13 de abril (1ª sexta-feira do 3º período).
Teremos surpresas para ti e um prémio para os melhores trabalhos.
Teremos em conta, na seriação dos trabalhos: originalidade, criatividade, técnica.
Desejamos-te uma boa aventura no teu imaginário poético.
A comemoração do Dia Mundial da Poesia (próximo dia 21 de março) já começou a ser preparada no agrupamento.
A decoração do átrio da Escola Básica Álvaro Coutinho, que está belíssima, foi feita pela professora Ana Cristina Lopes (de Educação Visual), com as turmas dos 7.º e 8.º anos, e merece, sem dúvida, uma visita!
Ao lado do poema "As árvores e os livros", de Jorge Sousa Braga,
e do poema "Há palavras que nos beijam", de Alexandre O'Neill,
Deixa o teu poema, preso na rede, ao lado das flores! ;)
Na Hora do Conto de hoje, ouvimos a Beatriz Aguiar, do 5.ºB, ler-nos a emocionante história "A vendedora de fósforos", de Os melhores contos de Andersen.
Obrigada, Beatriz! ;)
"A mais importante feira internacional do livro infantil, em Bolonha, escolheu Portugal para convidado de honra na edição de 2012. “É uma notícia positiva para o país. Vive-se um bom momento na área da criação do livro infanto-juvenil em Portugal, sobretudo a nível da ilustração”, disse ao PÚBLICO Maria Carlos Loureiro, da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), parceira na organização da presença portuguesa naquela cidade italiana, de 19 a 22 de Março do próximo ano."
Mais informação aqui.
Ainda no rescaldo da Semana da Leitura, hoje houve uma hora do conto "especial" na BE da Escola Básica de Penedono, com a leitura, seguida de dramatização, de O Nabo Gigante, de Antonio Mota. este livro conta-nos a história de um velho senhor que semeou sementes de nabo, essas sementes germinaram, cresceram e originaram um nabo gigante... que foi muito difícil de arrancar! O Nabo Gigante é um conto original russo recolhido por Alexis Tolstoi, no século XIX.
Quem nunca sonhou ser completamente diferente para variar? Malandro em vez de bonzinho, rápido em vez de lento, corajoso em vez de assustado. Quem é a minha estrela? fala-nos de animais que fizeram isso mesmo. Então, o normal torna-se extraordinário e percebemos que todos somos especiais. Esta história interactiva e divertida foi a escolhida para a actividade de animação da leitura realizada na Biblioteca Municipal com os alunos do ensino pré-escolar na Semana da Leitura deste ano.
Que características deve ter um bom livro infantil ou juvenil? Como escolher um bom livro para os meus filhos ou para os meus alunos? Quais as editoras portuguesas com propostas mais interessantes na atualidade?... Foram algumas das perguntas a que Andreia Brites procurou dar resposta, na sessão que ontem dinamizou na Biblioteca Municipal, perante um conjunto de mães, avós e professoras / educadoras, que, embora não hesitem na hora de escolher livros para si, têm menos certezas quando se trata de escolher o livro ideal para a pequenada. Além de sair com as respostas a essas questões, a assistência também pôde conhecer algumas sugestões de livros "inteligentes"e "honestos", dos mais clássicos aos mais "marginais" (em termos comerciais), cuja aquisição é segura e muito recomendável. ![]()
O "Bicho dos Livros" entrou na Biblioteca Escolar e já corroeu, até agora, duas turmas do 3.ºCEB!
No local do crime foram igualmente avistados Andreia Brites e Sérgio Letria (os mediadores de leitura),
Ulysses Moore (com A Porta do Tempo debaixo do braço), Luisa Ducla Soares (com o Diário de Sofia e cª. aos 15 anos), Jostein Gaarder (com A Biblioteca Mágica), Ana Saldanha (com Um espelho só meu), Tom Baker (com o O rapaz que chutava porcos), e Sue Townsend (com O Diário Secreto de Adrian Mole).
Testemunhas afirmam que o "Bicho do Livros" fala e afirma a cada aluno: "Diz-me quem és, dir-te-ei o que lês!". Estranho...
"Visita", na BE, a árvore dos direitos que a turma A do quinto ano fez, na Área Curricular Não Disciplinar de Formação Cívica! ![]()
Na sessão de hoje contámos com a presença da Betariz Almeida, do 5.ºB, que nos recordou o clássico Alice no país das maravilhas e que, à medida que nos ia contando a história, ia também mostrando as suas iustrações. ![]()
Hoje tivemos o prazer de ouvir, na Hora do Conto, a professora (reformada) Helena Hipólito Almeida contar a Lenda de Penedono, a lenda que explica a origem de uma mancha avermelhada / acastanhada que é visível numa pedra exterior do castelo e cuja origem remonta, de acordo com a lenda, ao tempo da conturbada coexistência de mouros e cristãos no território nacional!
Já foram anunciados pela Biblioteca que organiza o Concurso Nacional de Leitura no distrito de Viseu - a BM Tomás Ribeiro de Tondela - os livros que serão objeto da segunda fase deste concurso:
Celebra-se, hoje, o Dia Interncional da Língua Materna. Proclamado pela Conferência Geral da UNESCO em Novembro de 1999, desde Fevereiro de 2000 que se comemora este Dia Internacional, com o obje(c)tivo de promover a diversidade lingu[ü]ística e cultural e o plurilingu[ü]ismo. Este ano, a UNESCO organiza na sua sede em Paris uma conferência internacional, tendo por tema as línguas e o ciberespaço.
Estimam-se em quase 6000 as línguas faladas no mundo, mas cerca de metade está à beira da extinção. Neste contexto, a UNESCO propõe que a Internet contribua para a recuperação das línguas ameaçadas. Assinale-se que o português não faz parte deste conjunto, dado que se crê ocupar a 6.ª posição na lista dos idiomas mais falados no mundo.
Na hora do conto de hoje o professor João Marques leu-nos a segunda parte do livro S. O. S. Plutão, de Lúcia Vaz Pedro (ed. Ideias e Rumos), cuja leitura iniciara há duas semanas. Graças a essa leitura, acompanhámos – de coração bem aberto ;) – o regresso do Plutonito a casa e o Natal dos seus novos amigos na Terra!
Na sessão de hoje da Hora do Conto, ouvimos a professora Fátima Baldaia ler o belíssimo conto "Flor de trevo", do livro Bonecos de papel de cor e outras histórias, de Ricardo Alberty (editora Verbo).
Hoje realizou-se mais uma hora do conto com a participação da D. Ilda Paulino (encarregada de educação), que leu à turma E, do 4.º ano, a história "Os seis criados" (retirado do livro Os melhores contos dos Irmãos Grimm).
Um excerto do livro Frankeinstein, de Mary Shelley, foi o mote para a criação de textos narrativos-descritivos, de terror, por parte dos alunos do 8.ºA, em trabalho de pares, na aula de Língua Portuguesa.
Aqui fica o texto do grupo do Bruno e da Francisca :
Sobressaltei-me! Subi a correr as escadas e quando cheguei a porta do quarto estava fechada. A maçaneta da porta era suspeita… Encontrava-se com vestígios de sangue que a minha criação tinha deixado. Amedrontado, abri a porta, colocando a minha mão sobre o sangue ali deixado. Não quis fazer barulho, a situação não o permitia. Assim sendo, abri-a sorrateiramente, com receio do que poderia encontrar!
Neste momento, enquanto os gritos iam aumentando, Frankenstein olhou para trás, apercebendo-se da minha presença. Fechei a porta o mais rápido que consegui, com o susto tamanho que havia apanhado. Voltei a descer as escadas a correr, quando me apercebo que a criatura vinha atrás de mim. Elisabete tentava fugir, aleijada dos golpes que Frankenstein lhe havia feito.
Corri para o jardim horrífico, escondendo-me atrás de uma árvore. Aí vinha a criatura, com a sua camisa e o seu casaco esfarrapados e cheios de sangue. Na cara, costuras por mim deixadas. Olhou para todos os lados, tentado encontrar-me. Porém, naquele jardim obscuro, frio e medronho, era complicado achar-me. Voltou para dentro enquanto eu suspirava de alívio.
Os gritos continuavam… cada vez mais fortes, cada vez mais piedosos! Decidi entrar em casa! Tinha de ser, tinha de o enfrentar! Ao aproximar-me da entrada, o cenário era já horroroso! Gritos e mais gritos! Medo sucedido de medo! Nas escadas, o sangue fresco e arames ensaboados eram o cenário principal.
Quando chego ao piso de cima os gritos pararam. Entrei no quarto e não podia acreditar no que via! Sangue por toda a parte e um corpo algo deformado caído no chão. Na poça de sangue, o reflexo da lua cheia.
Ajoelho-me perante Elisabete, segurando a sua cabeça e apercebendo-me do pescoço agora degolado.
Um ar tenso instalava-se naquele quarto. As cortinas abanavam loucamente com o vento vindo dos vidros partidos. A casa parecia tremer. Levantei-me, ergui a cabeça, observei a lua, até que…
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Um excerto do livro Frankeinstein, de Mary Shelley, foi o mote para a criação de textos narrativos-descritivos, de terror, por parte dos alunos do 8.ºA, em trabalho de pares, na aula de Língua Portuguesa.
Aqui fica o texto do grupo da Ana Rita e da Helena:
Ouvi um grito dilacerante. Estava um pouco longe do meu quarto, tinha deixado Elisabeth sozinha, na outra parte do corredor, no último quarto, e fiquei preocupado, pois a minha mulher não tinha reagido àquele grito e ela normalmente ficava muita aflita com qualquer grito.
Corri muito aflito para o meu quarto, para ver o que tinha acontecido, mas parecia que aquele horripilante corredor escuro nunca mais acabava.
Quando cheguei ao quarto estava a minha horrenda criação prestes a degolar a minha mulher e ela já tinha uma enorme mancha de sangue na barriga, pois ele já a tinha esfaqueado. Entretanto... aquele monstro verde, com agrafos a segurar a parte superior da cabeça, 2,50 m de altura, uns ombros larguíssimos, mata a minha mulher.
Assim que me viu, tentou vir atrás de mim, mas eu consegui escapulir-me dali para fora. Tive de fugir para a minha antiga cave, a minha casa de criações, onde passara dois anos a criar aquele monstro horrível. Consegui esconder-me lá durante uma semana, mas tinha de o enfrentar, não podia deixar de vingar a morte da minha mulher.
Encontrei por fim o meu monstro no porto de uma cidade de que não sei o nome. Quando me viu, caminhou apressadamente na minha direção com aquele olhar assassino. Queria certamente matar-me, tal com fizera à minha Elisabeth. Como não podia fugir para lado nenhum, tive mesmo de o enfrentar. Ele tinha mais força e mais altura do que eu, nunca o conseguiria vencer, mas de repente lembrei-me que a perna direita do meu monstro não tinha ficado bem cosida, pois, na altura, já não tinha muita linha e também tinha pressa de o acabar, por isso, se conseguisse acertar-lhe com uma pedra na perna, eu ganharia, pois, estando deitado no chão, demoraria a levantar-se. Olhei em redor à procura de uma pedra, nem que fosse pequena. Quando a encontrei, procurei a melhor posição para lhe acertar, mas ele deu conta de que eu estava a fazer alguma coisa e, como estava irritado, emitiu um som esquisito “arrrrrrrrrrrrrr”, que eu ainda não percebia o que queria dizer.
Estávamos frente a frente, homem e monstro, alguém tinha de morrer. Eu já tinha a pedra pronta, quando, de repente, ouço um tiro, mas só vejo o monstro a cair. Olhei, então, em redor para identificar o atirador e pareceu-me que era uma mulher, a minha mulher, Elisabeth.
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Um excerto do livro Frankeinstein, de Mary Shelley, foi o mote para a criação de textos narrativos-descritivos, de terror, por parte dos alunos do 8.ºA, em trabalho de pares, na aula de Língua Portuguesa.
Aqui fica o texto do grupo do Henrique e do João Filipe:
Quando ouvi aquele grito horrível e estridente, desci rapidamente a escadaria e dirigi-me à cozinha onde vi uma cena horrenda: o horripilante monstro, com dois metros de altura, um casaco preto esfarrapado, uma enorme cabeça verde, com um parafuso enorme e costuras na testa rugosa, segurando na minha amada com a mão esquerda e esfaqueando-a com a direita.
Eu, profundamente aterrorizado, lancei um grito de guerra e atirei-me ao monstro, mas já era tarde demais e a minha amada estava despedaçada nas mãos daquela vil criatura.
O monstro, vendo o meu ataque, protegeu-se rapidamente e lançou-se na direção da porta, baixando-se para passar. Ainda o tentei seguir, mas aquela criatura já se tinha precipitado nos campos de trigo, sobrando apenas o seu trilho à luz do luar.
Eu voltei para a mansão, fui buscar o corpo mutilado da minha amada e, chorando, limpei-lhe as mazelas do corpo, embrulhei-a em seda, e fui levá-la para a cidade fazendo-lhe um funeral decente.
Quando a minha amada já estava enterrada, eu jurei pela sua sepultura que ia encontrar aquele destruidor horrível que a matara e vingar-me dele. Dito isto, fui-me embora com uma lágrima nos olhos e comecei a busca pelo monstro.
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Na hora do conto de hoje o professor João Marques - professor de Ciências Naturais e subdiretor do agrupamento - leu-nos o livro S. O. S. Plutão, de Lúcia Vaz Pedro (ed. Ideias e Rumos). Enquanto ouvíamos esta "aula contada", também iam sendo projetadas imagens relacionadas com o tema do livro e nem a música - também ela enquadrada com o ambiente - faltou!
Dada a dimensão do livro, teremos, de hoje a quinze dias, a segunda e última parte desta "história"... bem real!
Aquisições da BE no âmbito da implementação do novo Acordo Ortográfico (foram adquiridos vários exemplares de cada título):
Na hora do conto de hoje ouvimos / recordámos a história de Joana d'Arc, graças à leitura, pelo Henrique Pereira, do 8.ºA, de "Joana d'Arc - Heroína francesa nascida na Lorena", do livro Histórias e lendas da Europa, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, com ilustrações de Carlos Marques (ed. Caminho). Muito bom! ;)
Na hora do conto de hoje, da BE da Escola Básica de Penedono, os alunos da turma A (do 1º ano) puderam desfrutar da leitura que a D. Ilda Paulino (encarregada de educação) fez do conto "O Ganso de ouro" (retirado do livro Os melhores contos dos Irmãos Grimm).
Resta-nos agradecer a sua presença e dizer que ficamos a aguardar que nos venha fazer novas visitas e novas leituras!
Mais novos livros para o Ler+ / PNL ~ Pré-escolar e 1.ºCEB
Livros deliciosos, novos e antigos, todos clássicos da literatura infantil:
Já começou a formação em TIC na BE, à hora de almoço! ![]()
A sessão de hoje, que está a decorrer agora, é sobre o word e o professor Jorge Gualter está a ensinar a explorar todas as potencialidades deste programa! Quem quiser aparecer nas próximas – inscrições na BE!
Novos livros para o Ler+ / PNL ~ Pré-escolar e 1.ºCEB
Livros deliciosos, novos e antigos, todos clássicos da literatura infantil:
Na hora do conto de hoje tivemos a presença da professora Maria Helena Amaral a ler o conto "Os Músicos de Bremen", do livro Os Melhores Contos dos Irmãos Grimm.
Terminada a leitura, a nossa leitora ajudou-nos a fazer uma exploração dos possíveis significados da fábula, enquadrando historicamente a fuga das personagens do feudalismo para a liberdade que Bremen, na época já sem senhores feudais, representava e falou-nos da estátua de dois metros de altura que os habitantes de Bremen erigiram, em homenagem à história, junto à Câmara Municipal daquela cidade alemã.
Deram entrada na BE duas obras (oferecidas) da área do Desporto Escolar, certamente de grande utilidade para alunos e professores de Educação Física:
- Orientação – Desporto com pés e cabeça, de António Aires e outros, editada pela Federação Portuguesa de Orientação
- Youth Sports, de Manuel Coelho e Silva e outros, editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra com o apoio da DGIDC. Uma e outra certamente de grande utilidade para alunos e professores de Educação Física.
Um clássico dos jogos educativos: “Sabichão – pergunta que eu respondo”, da Majora, com conteúdos do 1.º CEB e aspetos de cultura geral:
O Jogo educativo “Euro – para aprender a crescer”, ideal para aprender a lidar com o dinheiro e a saber geri-lo:
Novas aquisições da BE para trabalhar com alunos da Educação Especial:
Loto Noddy, para trabalhar a capacidade de memorização:
O Jogo educativo “Anatomia”, da Majora, ajuda as crianças a compreenderem melhor o seu corpo e a descobrirem como é composto no seu interior:
Novas aquisições da BE para trabalhar com alunos da Educação Especial:
. Alguns títulos da coleção “A lição do sabichão”, da Majora:
“A lição do sabichão – Profissões”,
“A lição do sabichão - Geoplano”,
“A lição do sabichão - animais”:
O Jogo educativo “Gombby – Loto reciclar”, da Majora, ajuda a desenvolver a memoria e a concentração das crianças (relativo a uma série da RTP2):
Paula Teles, professora e psicóloga educacional, desenvolveu um método de ensino fonomímico e multissensorial e elaborou um conjunto de materiais que permitem trabalhar a leitura e escrita, com rigor e sabedoria, permitindo transformar a difícil tarefa de aprender a ler numa tarefa divertida, motivadora e fácil.
Fonte do texto e da imagem: http://www.clinicadislexia.com/textos.as
Uma metodologia alternativa de iniciação à leitura e à escrita; um suporte pedagógico moderno, atractivo e bem sequenciado para a aplicação do Método das 28 Palavras; um projecto consistente e inovador que certamente vai satisfazer as exigências de todos os intervenientes na fase inicial do processo de ensino e aprendizagem.
Fonte do texto e da imagem: http://www.armazeml.com/product_info.php?p
Na hora do conto de hoje, ouvimos o ler o Rui Ribeirinho, do 5.º ano, ler "O Rapaz, o Velho e o Burro" e "O leão e o mosquito", do livro 100 Histórias de todos os tempos, de Maria Alberta Menéres (ilustrações de Dago Vianna).
Obrigada, Rui! ![]()
Já há vencedores da edição do Concurso Nacional de Leitura deste ano:
João Pedro de Jesus Saraiva, n.º 12, 7.º B
Joaquim António Penela Deus Rodrigues da Silva, n.º13, 8.º B
Francisco Augusto Araújo, n.º 9, 7.º B
Os dois primeiros alunos ficaram em primeiro lugar ex-aequo e o terceiro aluno ficou apenas a um ponto dos colegas.
A todos os que participaram o nosso agradecimento. ![]()
Aos vencedores os nossos parabéns! Fase distrital, aqui vamos nós! ![]()
Na hora do conto de hoje ouvimos a D. Leonor Teles, encarregada de educação de dois alunos do nosso agrupamento, ler-nos "RumpelStiltsKin", do livro Os Melhores Contos dos Irmão Grimm, na belíssima edição da Everest, com ilustrações de Anastassija Archipowa. Uma vez mais, agradecemos muito a sua presença.